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Danos elétricos causam maior número de sinistros nos condomínios

Gestão de Condomínio
Recente levantamento realizado por uma seguradora do país mostrou que a principal ocorrência de sinistros em condomínios ocorre devido a danos elétricos (48,2%). A segunda maior ocorrência é a quebra de vidros que totaliza 14,1% dos sinistros. Os eventos da natureza, tais como vendavais, tornados e granizos, respondem por um em cada dez (9,7%) sinistros.
Outro levantamento, este realizado pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), apontou que acidentes com eletricidade causaram 599 mortes no Brasil em 2016. Desses, 171 foram acidentes domésticos.
Os especialistas afirma que o elevado índice deve-se à falta de hábito do consumidor em fazer a manutenção do sistema elétrico. Por não ser um perigo evidente, não faz parte da rotina das pessoas. Vale ressalta que o sistema elétrico tem prazo de validade. O liga e desliga, disjuntor velho, tudo pode gerar aquecimento e provocar incêndio se não for feita a manutenção correta, de acordo com os especialistas, que recomendam uma avaliação anual, principalmente nas fiações antigas que ainda usam fios rígidos. Atualmente o recomendado é utilizar fios mais flexíveis e maleáveis.
Outro erro comum é não obedecer ao uso correto das tomadas elétricas - na maioria das vezes, o usuário diversifica o seu uso para vários equipamentos, quando ela foi projetada para um único aparelho eletrônico - e a sobrecarga de energia.
Uma recomendação aos síndicos é que, além de manter as instalações em dia do condomínio, utilizem mecanismos de segurança para evitar danos elétricos e proteger as pessoas como o Disjuntor Residual (DR), e o Disjuntor de Proteção de Serviço (DPS). Eles são obrigatórios e devem ficar no quadro do disjuntor.
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Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) avaliou as condições das instalações elétricas residenciais. Segundo o estudo, apenas 29% das residências brasileiras têm projeto elétrico e 52% não têm fio terra.
O padrão da tomada de três polos, adotado obrigatoriamente a partir de 2011, está presente em somente 35% dos domicílios, de acordo com o levantamento. O modelo leva em consideração a legislação de 2006 que exige que as construções tenham sistema de aterramento.
As condições elétricas da própria residência foram consideradas inseguras por 34% dos moradores. Dentre esses, 19% disseram já ter levado ao menos um choque elétrico.

Redação Portal

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